De acordo com a autora Arzeno, “o psicodiagnóstico é um estudo profundo da personalidade, do ponto de vista fundamentalmente clínico. Ela relata que, quando o objetivo do estudo é
outro (trabalhista, educacional, forense etc.), o psicodiagnóstico
é anterior e serve de base para as conclusões necessárias em
outras áreas”. Sobre o enquadre no processo psicodiagnóstico,
analise as afirmativas a seguir.
I. Em todas as atividades clínicas, e dentre elas se inclui o
psicodiagnóstico, é necessário partir de um enquadre.
II. Alguns profissionais afirmam que trabalham sem enquadre.
Esta afirmação, no entanto, encerra uma falácia, pois essa
posição de não enquadre já é por si só uma forma de
enquadre, em todo caso do tipo laissez-faire.
III. A qualidade e o grau da patologia do consultante nos obrigam a adaptar o enquadre a cada caso. Não é possível trabalhar da mesma forma com um paciente neurótico, com um
psicótico, ou com um psicopata grave.
IV. A idade do paciente não influi no enquadre escolhido; é
impossível trabalhar sem um enquadre. Entretanto, não
existe um único enquadre.
Está correto o que se afirma apenas em