Determinada pessoa jurídica foi dissolvida irregularmente
no curso de ação de execução fiscal ajuizada contra ela pela
PGFN. João, sócio que não detinha poder de direção à época da
dissolução irregular, exercia poderes de gerência quando da
ocorrência do fato gerador do tributo cobrado na execução fiscal.
Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir,
de acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça
(STJ).
I O fato de João ter atuado em cargo de direção no momento da
ocorrência do fato gerador do tributo cobrado é motivo
suficiente para que a execução fiscal possa ser redirecionada
contra ele.
II A execução fiscal não poderá ser redirecionada contra João se
ficar demonstrado que ele não contribuiu para a dissolução
irregular, não agiu com excesso de poder nem cometeu
infração à lei ou ao contrato social.
III A execução fiscal poderá ser redirecionada contra João se
ficar provado que ele atuou com excesso de poder ou
cometeu infração à lei, ainda que se tenha retirado do cargo
de direção antes da dissolução irregular da empresa.
Assinale a opção correta.