Duas mulheres conversam sobre o sofrimento mental no
puerpério:
Júlia relata que começou no terceiro dia pós-parto,
quando ela apresentou tristeza, irritabilidade, choro
fácil e ansiedade, insônia e redução da concentração.
Melhorou em uma semana com o auxílio da família.
Maria relata que começou mais tarde, entre a terceira
e a quarta semana pós-parto, com intensidade máxima
em seis meses. Apresentou ansiedade, irritabilidade,
alterações do sono, desânimo persistente, sentimento
de culpa, ideação suicida, temor de machucar o filho,
diminuição do apetite e da libido e presença de ideias
obsessivas e supervalorizadas.