Ao se articular com a escola comum, na perspectiva da inclusão, a Educação Especial muda seu rumo,
refazendo caminhos que foram abertos tempos atrás,
quando se propunha a substituir a escola comum para
alguns alunos que não correspondiam às exigências do
ensino regular. A mudança de rumos implica uma
articulação de propósitos entre a escola comum e a
Educação Especial, ao contrário do que acontece
quando tanto a escola comum como a especial
constituem escolas dos diferentes, dividindo os alunos
em normais e especiais e estabelecendo uma cisão entre
esses grupos, que se isolam em ambientes educacionais
excludentes. A escola das diferenças aproxima a escola
comum da Educação Especial, porque, na concepção
inclusiva: