Rogério, funcionário público municipal, no exercício de cargo em
comissão, por ser pessoa de confiança dentro da estrutura da
Administração Pública Direta, subtraiu, fora do horário de
serviço, o laptop da repartição em que trabalhava.
Para tanto, ele contou com a ajuda do primo João, que não tinha
qualquer vínculo com o Poder Público, mas que, certamente,
tinha conhecimento do cargo que Rogério exercia e da facilidade
que teriam em razão do acesso ao local dos fatos.
Ocorre que a conduta dos primos foi registrada pelas câmeras de
segurança, sendo as imagens encaminhadas para a autoridade
policial.
Com base apenas nas informações narradas, é correto afirmar
que a conduta de Rogério configura crime de