[...] Também a relação com os conteúdos aprendidos no curso de formação é mutável. Mais do que conceitos específicos
a serem aprendidos, o curso deveria visar ao letramento do professor para o local do trabalho, entendendo, assim, a
escrita como um elemento identitário da sua formação (Kleiman, 2001). [...] Isso significa que, mais do que a aprendizagem
de determinados conceitos e procedimentos analítico-teóricos, que mudam com as mudanças das teorias linguísticas e
pedagógicas, interessa instrumentalizar o professor para ele continuar aprendendo ao longo de sua vida e, dessa forma,
acompanhar as transformações científicas que tratam de sua disciplina e dos modos de ensiná-la.
(Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/view/242Signo. Santa Cruz do Sul, v. 32 n 53, p. 1-25, dez, 2007. Adaptado.)
Na perspectiva de uma prática social do letramento, podemos afirmar que está INCORRETO quando o professor: