Hoffmann ao investigar a prática avaliativa nos três graus de ensino, percebeu um fortalecimento da prática de julgamento de resultados alcançados pelo aluno, e definidos como ideais pelo professor. Segundo a autora, os professores dizem perseguir uma “Escola de qualidade”, sendo exigentes na avaliação. A esse respeito Hoffmann afirma e defende que
A
a avaliação classificatória é uma exigência do sistema e não do professor. Cabe ao docente, apenas, oferecer explicações claras, textos explicativos consistentes e organizar o ambiente pedagógico, desse modo, o aluno aprenderá.
B
devem-se estabelecer procedimentos de avaliação, instrumentos, medidas, classificações segundo determinados padrões e atribuição de conceitos, para que esses procedimentos de avaliação se tornem atividades técnicas e neutras.
C
os pronunciamentos dos professores a respeito da exigência na avaliação, formam um todo vinculado e consistente em torno de um mesmo significado: o compromisso com a inclusão social e com o sucesso acadêmico do educando.
D
as exigências avaliativas, desprovidas muitas vezes de significado quanto ao desenvolvimento efetivo das crianças e dos jovens, favorecem a manutenção de uma Escola elitista e autoritária.
E
devido a postura comportamentalista e conservadora dos educadores em relação a avalição, a educação pública tem avançado na melhoria de resultados, sendo que os índices das avalições externas comprovam esses dados.