Na segunda metade do século 20 são observadas transformações na sociedade que levam ao questionamento
do que é entendido como normalidade, excentricidade,
diferença ou, em outras palavras, como noções de centro, de margem e de fronteira. Nesse contexto, os currículos escolares são marcados pela identidade masculina,
branca, heterossexual como noção de centro em termos
de gênero e sexualidade.
A respeito desse universo de questões identitárias que
permeiam o ambiente escolar, Louro (2012) afirma que
é preciso saber que toda e qualquer diferença demarca
uma fronteira,