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Os dois últimos parágrafos do texto ilustram um paralelismo sintáti...

Esta questão foi aplicada no ano de 2024 pela banca CPCON no concurso para UEPB. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Paralelismo Estrutural, Análise Textual.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

📅 2024🏢 CPCON🎯 UEPB📚 Língua Portuguesa
#Paralelismo Estrutural#Análise Textual

1

457941201207147
Ano: 2024Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

Leia o texto e, em seguida, responda às questões 1, 2 e 3


Do tempo e do vento


(Por Ana Quitéria Homero Fonseca)


Coisas inerentes à existência do ser vivente são o tempo e o vento. Além de nome de obra literária e minissérie de TV, são realmente inspiradoras e, talvez por isso mesmo, batizaram criações humanas. Os seres viventes apreciam o vento. E o tempo é o melhor remédio para tudo, já diz o clichê. Os clichês nascem das verdades atávicas. Se não fossem verdades resistentes ao tempo, não seriam repetidos à exaustão e não seriam clichês. Clichês se fazem com o tempo.

O vento, sempre digo, é – depois das costas das mãos – o primeiro socorro no enxugamento das lágrimas. Chega antes do tempo, que, não horas mais impróprias, parece fazer de propósito a desfeita de passar devagar. O vento é companheiro de todos por onde cisma de soprar. Diferente do sol, de quem se pode fugir debaixo de uma marquise ou de uma sombrinha e que desaparece como se fosse dormir, o vento quando chega, é quase sempre bem-vindo, ao menos nessas terras de calor e sudorese. O vento seca suores.

O tempo tem o seu próprio tempo e por ser muito antigo, sabe bem das coisas. Viu tudo e todos que a terra já comeu e que, com o tempo, comerá. Chega no tempo certo, sempre na hora certa. Quando exatas e felizes, coincidências; quando tristes, fatalidades. O tempo assiste ao vento fazer e desfazer montanhas.

Não tente com muito afinco aparar o vento. Vire-se de banda e deixe-o passar raspando, ou ele carrega tudo, guarda-sóis, chapéus, saias, e se estiver realmente como vontade, telhados e casas. Dizem que até vacas já foram carregadas pelo vento.

Não tente com muito afinco parar o tempo. Dê de ombros e deixe-o passar macio, ou ele carrega tudo, a beleza de envelhecer, a felicidade, a dignidade, e se não for bem-aproveitado, as lembranças, os amigos. Fala-se muito de amores extintos pelo tempo.


(Coletânea Antônio Maria de Crônicas/Xico Sá... [et al]. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2010 – Vol.1)

Os dois últimos parágrafos do texto ilustram um paralelismo sintático. Todas as explicações fornecidas a seguir confirmam esse recurso, com uma única EXCEÇÃO. Indique-a:

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