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1

457941200404467
Ano: 2019Banca: INSTITUTO AOCPOrganização: Câmara de Cabo de Santo Agostinho - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

Analise os textos I e II para responder às questões 01 a 10.

Texto I

Disponível em: <http://coisasdamiroca.centerblog.net/8058->. Acesso em:10 nov. 2019.


Texto II

Ter um cachorro pode te ajudar a viver mais, aponta estudo

Gabriela Glette

Nos últimos anos, diversas pesquisas apontaram as vantagens de se ter um cachorro em casa. Nossos fiéis amigos de quatro patas são muito mais do que companheiros e podem nos ajudar a viver mais. É o que aponta um recente estudo feito por pesquisadores da American Heart Association.

O resultado veio após diversas análises em banco de dados, constatando que, de modo geral, donos de cães diminuem o risco de morte prematura em pelo menos 24%. Além disto, os cachorros podem ser ótimos para quem já sofreu uma doença cardiovascular, como infartos e derrames, reduzindo em cerca de um terço os riscos dessas pessoas voltarem a apresentar esses problemas.

A pesquisa foi realizada com 300 mil suecos – com idades entre 40 e 85 anos – e que já sofreram um infarto ou ataque isquêmico. Entre os sobreviventes de ataques isquêmicos que viviam com cachorros, o risco de morte era 33% menor em comparação com quem vivia sozinho. Já para os donos de cães que já tiveram derrames, o risco de morrer era 27% menor.

Em uma segunda pesquisa, foram analisados dados de cerca de 3,8 milhões de pessoas maiores de 18 anos. O resultado é que, entre os donos de cães, o risco de morte precoce era 24% inferior em relação ao resto da população, e as chances de se ter um ataque cardíaco caíam em 65%.

Outras pesquisas já comprovaram que ter um cachorro em casa pode melhorar nossa saúde cardiovascular. Se ter uma boa saúde é o resultado de um conjunto de fatores associados – como uma boa alimentação e a prática frequente de exercícios, a resposta para o bem que um cachorro pode nos oferecer pode estar diretamente ligada com a questão da companhia. Diversos outros estudos mostraram que a solidão pode ser extremamente prejudicial à saúde. Você ainda tem dúvidas quanto a adotar um cachorro?


A estreita ligação entre solidão e saúde

Existe uma diferença enorme entre solitude e solidão. O ser humano precisa de momentos em que esteja sozinho, porém aquela sensação de desamparo e angústia que acompanha a solidão é prejudicial à saúde.

Um estudo do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Nova York, inclusive, comprovou que pessoas mais solitárias eram as que mais possuíam problemas cardíacos. Proteção, afeto, segurança e relacionamento com o próximo são essenciais para a saúde mental – e física também do ser humano. Infelizmente, algumas pessoas não possuem familiares próximos ou moram em um país distante. E é aí que os cachorros podem desempenhar um papel fundamental em nossas vidas.


Adaptado de: <https://www.hypeness.com.br/2019/10/ter-um-cachorro-pode-te-ajudar-a-viver-mais-aponta-estudo/>. Acesso em: 15 out. 2019.

O texto II contém, em destaque, os termos “prematura” e “desamparo”. Assinale a alternativa que, respectivamente, apresenta antônimos apropriados para tais palavras.


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2

457941201463847
Ano: 2016Banca: FACET ConcursosOrganização: Prefeitura de Marcação - PBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda às questões a ele referentes:


É ético fazer a cabeça de nossos alunos?


Alguns dos livros de história mais usados nas escolas brasileiras carregam na ideologia, que divide o mundo entre os capitalistas malvados e os heróis da resistência

As aulas voltaram, por estas semanas, e decidi tirar a limpo uma velha questão: há ou não doutrinação ideológica em nossos livros didáticos? Para responder à pergunta, analisei alguns dos livros de história e sociologia mais adotados no país. Entre os dez livros que analisei, não encontrei, infelizmente, nenhum “pluralista” ou particularmente cuidadoso ao tratar de temas de natureza política ou econômica.

O viés político surge no recorte dos fatos, na seleção das imagens, nas indicações de leituras, de filmes e de links culturais. A coisa toda opera à moda Star wars: o lado negro da força é a “globalização neoliberal”. O lado bom é a “resistência” do Fórum Social Mundial, de Porto Alegre, e dos “movimentos sociais”. No Brasil contemporâneo, Fernando Henrique Cardoso é Darth Vader, Lula é Luke Skywalker.

No livro Estudos de história, da Editora FTD, por exemplo, nossos alunos aprenderão que Fernando Henrique era neoliberal (apesar de “tentar negar”) e seguiu a cartilha de Collor de Melo; e que os “resultados dessas políticas foram desastrosos”. Em sua época, havia “denúncias de subornos, favorecimentos e corrupção” por todos os lados, mas “pouco se investigou”.

Nossos adolescentes saberão que “as privatizações produziram desemprego” e que o país assistia ao aumento da violência urbana e da concentração de renda e à “diminuição dos investimentos”. E que, de quebra, o MST pressionava pela reforma agrária, “sem sucesso”.

Na página seguinte, a luz. Ilustrado com o decalque vermelho da campanha “Lula Rede Brasil Popular”, o texto ensina que, em 2002, “pela primeira vez” no país, alguém que “não era da elite” é eleito presidente. E que, “graças à política social do governo Lula”, 20 milhões de pessoas saíram da miséria. Isso tudo fez a economia crescer e “telefones celulares, eletrodomésticos sofisticados e computadores passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas, que antes estavam à margem desse perfil de consumo”.

Na leitura seguinte, do livro História geral e do Brasil, da Editora Scipione, o quadro era o mesmo. O PSDB é um partido “supostamente ético e ideológico” e os anos de Fernando Henrique são o cão da peste. Foram tempos de desemprego crescente, de “compromissos com as finanças internacionais”, em que “o crime organizado expandiu-se em torno do tráfico de drogas, convertendo-se em poder paralelo nas favelas”.

Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões. Numa curiosa aula de economia, os autores tentam explicar por que a “expansão econômica” foi “limitada”: pela adoção de uma “política amigável aos interesses estrangeiros, simbolizada pela liberdade ao capital especulativo”; pela “manutenção, até 2005, dos acordos com o FMI” e dos “pagamentos da dívida externa”.

O livro História conecte, da Editora Saraiva, segue o mesmo roteiro. O governo Fernando Henrique é “neoliberal”. Privatizou “a maioria das empresas estatais” e os US$ 30 bilhões arrecadados “não foram investidos em saúde e educação, mas em lucros aos investidores e especuladores, com altas taxas de juros”. A frase mais curiosa vem no final: em seu segundo mandato, Fernando Henrique não fez “nenhuma reforma” nem tomou “nenhuma medida importante”. Imaginei o presidente deitado em uma rede, enquanto o país aprovava a Lei de Responsabilidade Fiscal (2000), o fator previdenciário (1999) ou o Bolsa Escola (2001).

No livro História para o ensino médio, da Atual Editora, é curioso o tratamento dado ao “mensalão”. Nossos alunos saberão apenas que houve “denúncias de corrupção” contra o governo Lula, incluindo-se um caso conhecido como mensalão, “amplamente explorado pela imprensa liberal de oposição ao petismo”.

Sobre a América Latina, nossos alunos aprenderão que o Paraguai foi excluído do Mercosul em 2012, por causa do “golpe de Estado”, que tirou do poder Fernando Hugo. Saberão que, com a eleição de Hugo Chávez, a Venezuela torna-se o “centro de contestação à política de globalização da economia liderada pelos Estados Unidos”. Que “a classe média e as elites conservadoras” não aceitaram as transformações produzidas pelo chavismo, mas que o comandante “conseguiu se consolidar”. Sobre a situação econômica da Venezuela, alguma informação? Algum dado crítico para dar uma equilibrada e permitir aos alunos que formem uma opinião? Nada.

Curioso é o tratamento dado às ditaduras da América Latina. Para os casos da Argentina, Uruguai e Chile, um capítulo (merecido) mostrando os horrores do autoritarismo e seus heróis: extratos de As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano; as mães da Praça de Maio, na Argentina; o músico Víctor Jara, executado pelo regime de Pinochet. Tudo perfeito.

Quando, porém, se trata de Cuba, a conversa é inteiramente diferente. A única ditadura que aparece é a de Fulgêncio Batista. Em vez de filmes como Antes do anoitecer, sobre a repressão ao escritor homossexual Reynaldo Arenas, nossos estudantes são orientados a assistir a Diários de Motocicleta, Che e Personal Che.

As restrições do castrismo à “liberdade de pensamento” surgem como “contradições” da revolução. Alguma palavra sobre os balseiros cubanos? Alguma fotografia, sugestão de filme ou link cultural? Alguma coisa sobre o paredón cubano? Alguma coisa sobre Yoane Sánchez ou as Damas de Branco? Zero. Nossos estudantes não terão essas informações para produzir seu próprio juízo. É precisamente isso que se chama ideologização.

A doutrinação torna-se ainda mais aguda quando passamos para os manuais de sociologia. Em plena era das sociedades de rede, da revolução maker, da explosão dos coworkings e da economia colaborativa, nossos jovens aprendem uma rudimentar visão binária de mundo, feita de capitalistas malvados versus heróis da “resistência”. Em vez de encarar o século XXI e suas incríveis perspectivas, são conduzidos de volta à Manchester do século XIX.

Superar esse problema não é uma tarefa trivial. Há um “mercado” de produtores de livros didáticos bem estabelecido no país, agindo sob a inércia de nossas editoras e a passividade de pais, professores e autoridades de educação. Sob o argumento malandro de que “tudo é ideologia”, essas pessoas prejudicam o desenvolvimento do espírito crítico de nossos alunos. E com isso fazem muito mal à educação brasileira.


Artigo escrito pelo filósofo Fernando L. Schüler. Revista Época. Edição de 07 de março de 2016. Número 925

Releia a passagem e responda: “Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões.” Aponte um sinônimo (uma palavra ou expressão) para a palavra destacada:

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3

457941200644690
Ano: 2011Banca: FADESPOrganização: Câmara de Marabá - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Paralelismo Estrutural

Texto 1


Políticos bonitos têm vantagem nas eleições

1 “Essa eu ganho!”

2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que

3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que

4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram

5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,

6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório

7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos

8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores

9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos

10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da

11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais

12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos

13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do

14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as

15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior

16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só

17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?


Thiago Perin


21 de outubro de 2010

Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.

Acesso em: 19 set. 2011.

Em “para estimar a beleza dos candidatos” (linha 9), a palavra em destaque não significa

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4

457941201422678
Ano: 2023Banca: QuadrixOrganização: CREA-GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Substantivos | Classificação Verbal | Paralelismo Estrutural | Análise Textual | Morfologia
Os vocábulos “busca” (linha 4) e “demanda” (linha 18) são empregados no texto com o mesmo significado e classificam‑se gramaticalmente, no período em que se inserem, como verbos.
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5

457941201412380
Ano: 2016Banca: IBFCOrganização: Câmara de Araraquara - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

Leia o texto abaixo e responda as questões de 1 a 10:


COMUNIDADES - DAS PRIMEIRAS ÀS NOVAS LEITURAS

DO CONCEITO


(...)

Por meio dos autores reunidos por Fernandes, percebe-se que a ideia de comunidade remete ao sentimento de vida em comum fundado nas relações de parentesco e vizinhança, baseado na reciprocidade, norteado por laços afetivos que ligam indivíduos que convivem em um mesmo espaço físico e nele adquirem os recursos básicos para a sua subsistência. Cada um dos autores apresentados por Fernandes atribui valor a um ou outro dos atributos. Mas, se pudéssemos identificar um tipo ideal de comunidade, no sentido weberiano do termo, a partir dos diversos autores reunidos por Fernandes, esta teria: base territorial comum, fortes laços afetivos, reciprocidade, autonomia política e econômica e subordinação do individual ao social.

Já uma sociedade seria definida por relações voluntárias e contratuais. Na medida em que compartilham determinado interesse, indivíduos podem se associar para alcançar objetivos relacionados ao mesmo, embora não necessariamente tenham outros aspectos de suas vidas compartilhados, tais como relações de parentesco, interdependências econômicas ou convivam numa mesma base territorial. Portanto, o conceito de sociedade é mais amplo e inclui o de comunidade.

Essa diferenciação conceituai vem à tona a partir do aprofundamento do processo da divisão social do trabalho. A fragmentação das atividades laborais, a prevalência do contrato sobre o status, a multiplicação dos grupos formais, a passagem da família para o Estado como forma de organização social predominante e a ampliação e internacionalização das trocas comerciais são algumas condições sociais que promovem modos de vida societários e fundamentam a separação conceituai entre comunidade e sociedade; e, mesmo, sugerem a passagem da primeira forma à segunda como modo predominante de agrupamento social, embora a bibliografia seja quase unânime em afirmar a coexistência entre as duas formas sociais ao longo da História. (...)

http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/78561/83089 - acesso em 02/05/2016.

Assinale a alternativa que conjuga o verbo destacado no tempo futuro.

Já uma sociedade seria definida por relações voluntárias e contratuais.

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6

457941200082277
Ano: 2022Banca: FUNDATECOrganização: GHC-RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Substantivos | Paralelismo Estrutural | Análise Textual | Morfologia | Fonologia

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


O resto pode esperar


Por Martha Medeiros


01 A cada vez que você procura um livro na estante, você pensa: “Preciso organizá-los em

02 ordem alfabética”. Acertei? Pois é, mas nunca tem tempo, e acaba demorando para encontrar o

03 exemplar que buscava. O mesmo se dá quando percebe que o antúrio está pegando sol e dizem

04 que não é aconselhável, qualquer hora você irá trocar a planta de lugar, assim como qualquer

05 hora irá comprar uma panela para substituir aquela que está sem cabo. Uma hora dessas você

06 vai descartar os remédios fora da validade. E irá abrir a lata de atum que comprou em 2019. O

07 que não faltam são horas pela frente, dias e semanas a seu dispor, não precisa ser agora-agora.

08 Aquela mancha na parede que você disfar...ou colocando uma árvore artificial na frente

09 – antes do fim do mês você chamará um pintor. O móvel da sala está infestado de cupim, sua

10 funcionária já alertou, um dia isso virá abaixo, diz ela, tem que tomar uma providência. Não

11 demora, você irá tomar. O edredom que o gato rasgou, é preciso resolver: ou corta as unhas

12 desse bichano ou dá outro jeito. Você: eu sei, eu sei.

13 Pois é, a gente paga as contas em dia, retorna as mensagens, providencia comida para a

14 despensa, não protela o trabalho, a vida funciona do jeito que tem que funcionar, mas como dar

15 conta de todo o resto? Do gigantesco universo das in...ignificâncias que se escondem por trá...

16 da cortina (que precisa de uma lavagem) e dentro daquela gaveta empanturrada de recibos

17 antigos que precisam ser jogados fora? Para onde quer que você olhe, existe uma pendência

18 aguardando a vez. Mas não precisa ser logo hoje.

19 Tem coisas que não dá para adiar: fazer exercícios, cumprir os compromissos de trabalho,

20 telefonar para a mãe, atender as demandas dos filhos e reservar um tempinho para ele, para

21 ela: ninguém é louco de procrastinar um amor. Entre uma coisa e outra, você promete a si

22 mesma que irá arranjar uma tela antiderrapante para colocar embaixo do tapete e chamar o

23 moço que regula o ar-condicionado, da semana que vem não passa.

24 O marido da sua amiga pegou Covid, um primo anda tendo tonturas, uma conhecida

25 arrasou na live, um ex-colega de trabalho se separou. Você mandará um WhatsApp pra todos

26 eles – daqui a pouquinho.

27 Já, já você agendará a colonoscopia que deveria ter feito em outubro. O trinco da porta

28 está meio frouxo, mas deve resistir até o Carnaval. Aquele saco enorme de lenhas ainda está

29 atravancando a garagem do prédio, mas qual o problema de permanecer lá até o início do

30 inverno? OK, OK, só que agora não dá, são 9h e você ainda não postou nada nos stories, nem

31 bisbilhotou o Instagram dos outros, primeiro as prioridades.


(Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/martha-medeiros/o-resto-pode-esperar – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “despensa” (l. 14), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Um sinônimo possível para a palavra é “licença”.

( ) Não há dígrafos nessa palavra.

( ) Trata-se de um substantivo concreto.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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7

457941201207147
Ano: 2024Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

Leia o texto e, em seguida, responda às questões 1, 2 e 3


Do tempo e do vento


(Por Ana Quitéria Homero Fonseca)


Coisas inerentes à existência do ser vivente são o tempo e o vento. Além de nome de obra literária e minissérie de TV, são realmente inspiradoras e, talvez por isso mesmo, batizaram criações humanas. Os seres viventes apreciam o vento. E o tempo é o melhor remédio para tudo, já diz o clichê. Os clichês nascem das verdades atávicas. Se não fossem verdades resistentes ao tempo, não seriam repetidos à exaustão e não seriam clichês. Clichês se fazem com o tempo.

O vento, sempre digo, é – depois das costas das mãos – o primeiro socorro no enxugamento das lágrimas. Chega antes do tempo, que, não horas mais impróprias, parece fazer de propósito a desfeita de passar devagar. O vento é companheiro de todos por onde cisma de soprar. Diferente do sol, de quem se pode fugir debaixo de uma marquise ou de uma sombrinha e que desaparece como se fosse dormir, o vento quando chega, é quase sempre bem-vindo, ao menos nessas terras de calor e sudorese. O vento seca suores.

O tempo tem o seu próprio tempo e por ser muito antigo, sabe bem das coisas. Viu tudo e todos que a terra já comeu e que, com o tempo, comerá. Chega no tempo certo, sempre na hora certa. Quando exatas e felizes, coincidências; quando tristes, fatalidades. O tempo assiste ao vento fazer e desfazer montanhas.

Não tente com muito afinco aparar o vento. Vire-se de banda e deixe-o passar raspando, ou ele carrega tudo, guarda-sóis, chapéus, saias, e se estiver realmente como vontade, telhados e casas. Dizem que até vacas já foram carregadas pelo vento.

Não tente com muito afinco parar o tempo. Dê de ombros e deixe-o passar macio, ou ele carrega tudo, a beleza de envelhecer, a felicidade, a dignidade, e se não for bem-aproveitado, as lembranças, os amigos. Fala-se muito de amores extintos pelo tempo.


(Coletânea Antônio Maria de Crônicas/Xico Sá... [et al]. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2010 – Vol.1)

Os dois últimos parágrafos do texto ilustram um paralelismo sintático. Todas as explicações fornecidas a seguir confirmam esse recurso, com uma única EXCEÇÃO. Indique-a:

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8

457941200566239
Ano: 2019Banca: SELECONOrganização: Prefeitura de São José dos Quatro Marcos - MTDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.


Liberdade


Cecília Meireles


Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se têm até morrido com alegria e felicidade.

Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferivel à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam “Liberdade, Igualdade e Fraternidade! “ nossos avós cantaram: “Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil”; nossos pais pediam: “Liberdade! Liberdade!/ abre as asas sobre nós”, e nós recordamos todos os dias que “o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria...” em certo instante.

Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá-la, combater e certamente morrer por ela.

Ser livre como diria o famoso conselheiro... é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)

Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)

Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento! ...

Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da Liberdade nas mãos...

São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la, estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...


Texto extraído do livro “Escolha o seu sonho”,

Editora Record Rio de Janeiro, 2002, p. 07, Adaptado.

No contexto do 3º parágrafo, a palavra “nutridas” tem o mesmo significado de:

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9

457941200329345
Ano: 2024Banca: FGVOrganização: Prefeitura de Caraguatatuba - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Preposições | Paralelismo Estrutural | Análise Textual | Morfologia
Observe o texto abaixo, retirado de um dicionário de curiosidades sobre o Rio de Janeiro:

“ABERTURA DOS PORTOS – Monumento erigido na Praia do Russel, em comemoração ao Decreto de D. João VI, em 28/01/1808, determinando a abertura dos portos, medida que acarretou a integração do Brasil no comércio exterior. Este monumento, de bronze, é constituído por duas imagens de mulher, simbolizando o “Comércio” e a “Navegação”. O referido monumento, foi obra de Eugène Benet, escultor francês”. 

Os termos destacados abaixo, precedidos da preposição DE, em que essa preposição mostra o mesmo valor semântico, é: 

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10

457941201724931
Ano: 2017Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Itabira - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Paralelismo Estrutural | Análise Textual

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.


TEXTO I


O estupro


Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos.


Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.


Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.


Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado. Nas áreas das cidades em que a justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência.


Assinada pela jornalista Claudia Collucci, com a análise de Fernanda Mena, a Folha publicou uma matéria sobre o aumento do número de estupros coletivos no país.


Os números são assustadores: dos 22.804 casos de estupros que chegaram aos hospitais no ano passado, 3.526 foram coletivos, a forma mais vil de violência de gênero que uma mente perversa pode conceber. Segundo o Ipea, 64% das vítimas eram crianças e adolescentes.


O estupro coletivo é a expressão mais odiosa do desprezo pela condição feminina. É um modo de demonstrar o poder do macho brutal que exibe sua bestialidade, ao subjugar pela violência. Não é por outra razão que esses crimes são filmados e jogados na internet.


Oficialmente, no Brasil, ocorrem 50 mil registros de estupros por ano, dado que o Ipea estima corresponder a apenas 10% do número real, já que pelo menos 450 mil meninas e mulheres violentadas não dão queixa à polícia, por razões que todos conhecemos.


Em 11 anos atendendo na Penitenciária Feminina da Capital, perdi a conta das histórias que ouvi de mulheres estupradas. Difícil eleger a mais revoltante.


Se você, leitora, imagina que as vítimas são atacadas na calada da noite em becos escuros e ruas desertas, está equivocada. Há estimativas de que até 80% desses crimes sejam cometidos no recesso do lar. Os autores não são psicopatas que fugiram do hospício, mas homens comuns, vizinhos ou amigos que abusam da confiança da família, padrastos, tios, avós e até o próprio pai.


A vítima típica é a criança indefesa, insegura emocionalmente, que chega a ser ameaçada de morte caso denuncie o algoz. O predador tira partido da ingenuidade infantil, das falsas demonstrações de carinho que confundem a menina carente, do medo, da impunidade e do acobertamento silencioso das pessoas ao redor. Embora esse tipo de crime aconteça em todas as classes sociais, é na periferia das cidades que adquire caráter epidêmico, sem que a sociedade se digne a reconhecer-lhe existência.


A fama do convívio liberal do homem brasileiro com as mulheres é indevida. A liberdade de andarem com biquínis mínimos nas praias ou seminuas nos desfiles de Carnaval fortalece esse mito. A realidade é outra, no entanto: somos um povo machista que trata as mulheres como seres inferiores. Consideramos que o homem tem o direito de dominá-las, ditar-lhes obrigações, comportamentos e regras sociais e puni-las, quando ousarem decidir por conta própria.


Há demonstração mais contundente da cultura do estupro em nosso país do que os números divulgados pelo Ipea: 24% dos homens acham que “merecem ser atacadas as mulheres que mostram o corpo”. Ou, na pesquisa do Datafolha: 42% dos homens consideram que “mulheres que se dão ao respeito não são atacadas”.


Não se trata de simples insensibilidade diante do sofrimento alheio, mas um deboche descarado desses boçais para ridicularizar as tragédias vividas por milhares de crianças, adolescentes e mulheres adultas violentadas todos os dias, pelos quatro cantos do país.


O impacto do estupro sofrido em casa ou fora dela tem consequências físicas e psicológicas terríveis e duradouras. O estuprador pratica um crime hediondo que não merece condescendência e exige punição exemplar. Uma sociedade que cala diante de tamanha violência é negligente e covarde.


VARELLA, Drauzio. O estupro. Drauzio Varella. 4 set. 2017.

Disponível em: <https://goo.gl/QmDE86>.

Acesso em: 12 set. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.


“Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado.”


São sinônimos da palavra destacada, EXCETO:

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