Se utilizarmos enunciações como uma espécie de ideias
reguladoras do ensino de Filosofia, a reflexão sobre que
metodologia empregar em um curso de Filosofia ou em
uma situação de aula adquire uma significação diferente.
Já não será possível pensar em uma didática da Filosofia
(como uma técnica de aplicação) independentemente
das decisões filosóficas que o professor adote, posto que
o quê ensinar aparecerá sempre entrelaçado com o
como fazê-lo, e vice-versa (CERLETTI, 2004, p. 36).
De acordo com o texto, o ensino de Filosofia exige uma
reflexão sobre a metodologia empregada.
Qual das alternativas interpreta essa ideia?