Leia o trecho a seguir.
“Os chamados ‘meios de comunicação social’, também
apelidados, à inglesa, mídia, estão submetendo a pobre língua
portuguesa a um processo de tortura que não se pode prever se
ela resistirá.
Os jornais, sem exclusão dos chamados ‘classe A’, disputam um
triste páreo de solecismos, barbarismos, cacofonias,
ambiguidades e outros aleijões, que confrangem esse legado
recebido de graça, já perfeito e acabado, quando o Brasil nasceu
para a europeização.
[....] Para o que ora nos interessa, basta lembrar que,
indiscutivelmente, outrora se escrevia e falava muito melhor que
hoje ‘nosso português casta linguagem.”
Chaves de Melo, Gladstone. Na Ponta da Língua, v.2.
A principal crítica desse pequeno texto se dirige