Ao longo da história sempre que os educandos
mudaram, a pedagogia e a docência foram
tensionadas. Aí as tensões assumem um caráter mais
radical: quando as imagens dos educandos se
quebram, que acontecerá com nossas imagens
docentes? Na Parte I do livro Imagens Quebradas–
Trajetórias e tempos de alunos e mestres, Arroyo
(2009) dialoga com as tensões vividas nas escolas
diante dessas imagens perdidas, quebradas. A esse
respeito, considere as seguintes afirmações:
I- É oportuno lembrar que os docentes se
afirmaram por seu profissionalismo, seu
preparo, seu protagonismo político, social e
cultural. Os adolescentes e jovens também
afirmam seu protagonismo nas escolas e na
sociedade tanto por suas indisciplinas, quanto
por sua nova presença no trabalho, na cultura,
nos movimentos sociais.
II- Podemos continuar sonhando com alunos bons,
alunos submissos, disciplinados, atentos, sem
resistência, reação ou contestação.
Condenaremos alguns alunos para salvar a
imagem ordeira da maioria. Esta postura é a que
mais aparece nos encontros docentes, porém não
é a que mais acontece nas escolas.
III- As imagens cândidas, românticas de infância são
as primeiras a destruir-se, como se não
resistissem a uma infância e adolescência destruídas pela barbárie social e que nos assusta
com suas condutas violentas e indisciplinadas.
São CORRETAS as afirmações: