Sua escola funcionou como uma contraposição às escolas formais e tradicionais de Viena, onde ele também
foi professor de crianças, entretanto, não acreditava no
método de ensino do desenho vigente. Queria incentivar
a criatividade e desconstruir os hábitos de mimese aos
quais as crianças eram submetidas nas escolas. Assim,
o desenho copista, de caráter não expressivo, foi descartado na produção da arte infantil, e a escola foi apontada
como a responsável por este empobrecimento. Sua proposta deu lugar a uma arte infantil livre dos cânones acadêmicos, dos modelos de cópia e da orientação didática;
essas práticas enquadravam as crianças em exigências
externas à natureza de sua arte como expressão do seu
mundo de experiências.
(Iavelberg, 2017. Adaptado)
O trecho indica a atuação de