A história nos mostra que existem pessoas
diferentes desde os tempos mais remotos da
civilização, mas são poucos os relatos escritos
a respeito dessas pessoas. Na Antiguidade
havia duas posturas em relação às pessoas
doentes, idosas ou deficientes: uma postura era
de aceitação, tolerância; outra, majoritária, que
optava pela eliminação, menosprezo ou
destruição. Esse período é caracterizado pela
ignorância e não aceitação do ser deficiente. De
acordo com os fundamentos da Educação
Especial, análise as afirmativas abaixo.
I. A igreja, no período da Idade Média, condenou
o infanticídio, mas ao mesmo tempo acreditava
que as anormalidades, deficiências que as
pessoas possuíam eram conferidas por causas
sobrenaturais.
II. No século XVII e XVIII, observa-se o descaso
para com os deficientes mentais, eles eram
internados nas mesmas instituições: orfanatos,
manicômios, prisões, onde ficavam juntos com
outros excluídos, como: delinquentes, doentes
mentais, velhos e pobres. Esse período também
é conhecido como fase de exclusão, época em
que a pessoa com deficiência não recebia
nenhuma atenção educacional e nem outros
serviços assistenciais.
III. O segundo momento da história da Educação
Especial é conhecido por era das instituições ou
fase de segregação institucional que
compreende finais do século XVIII e começo do
século XIX. É nesse período que a Educação
Especial realmente iniciou, quando parte da
sociedade admite a necessidade de prestar
alguma assistência às pessoas com
deficiências.
IV. A Educação Especial começa a fundamentar em
princípios norteadores. De acordo com
BRASIL/SEESP-MEC (1994), além de seguir os
princípios democráticos de igualdade, liberdade
e respeito à dignidade, a educação especial é
regida por princípios norteadores, dentre eles os
mais citados são: princípios da normalização,
integração e individualização.
V. Desde a década de 90, as pesquisas em
educação especial têm enfatizado a inclusão,
que é considerada terceira fase da educação
especial.
Estão corretas as afirmativas: