Carlos, 60 anos, com insuficiência cardíaca de fração de ejeção
reduzida (IC-FER), está em tratamento com IECA (enalapril), betabloqueador (carvedilol) e
diurético de alça, mas mantém sintomas de classe funcional II-III e fração de ejeção de
32%. Qual classe de medicamento introduzida recentemente nas diretrizes contribui para
melhorar o prognóstico e pode ser acrescentada de forma sistemática quando não houver
contraindicações?