Com relação à disfagia orofaríngea, considere as afirmações
a seguir.
I. A disfagia pós-AVC é um quadro bastante frequente,
sendo mais prevalente nos casos pós-AVC isquêmico.
II. Pacientes com apraxia de fala ou disartria devem ser
avaliados com cuidado especial, pois pode haver relação
entre as dificuldades observadas na fala e a deglutição
do indivíduo.
III. A presença de traqueostomia contribui para aumentar o
risco de aspiração, já que altera o mecanismo de
elevação e coordenação laríngea e facilita a diminuição
de mobilidade e sensibilidade lingual.
IV. A sensibilidade orofaríngea é um dos principais tópicos
de avaliação em disfagia e envolve a avaliação da
resposta a estímulos táteis e gustativos. Sabe-se que os
sabores azedos e amargos proporcionam melhores
respostas.
V. Em pacientes com paralisia cerebral as fases oral e
faríngea da deglutição costumam ser as mais afetadas e
pode ser observada protrusão exagerada da língua,
vedamento labial excessivo, baixa sensibilidade oral,
ausência de reflexo de mordida e dificuldade na
coordenação entre deglutição e respiração.
Pode-se afirmar que: