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A educação de jovens e adultos foi durante anos entendida como reposição de uma escolaridade perdida. Para desconstruir essa afirmativa acima, um professor de Geografia, por exemplo, deve reconhecer que:
I – Os alunos da EJA também fazem e vivem a Geografia em suas jornadas de luta cotidiana.
II - Muitos dos alunos são trabalhadores rurais, que reconhecem a terra, sabem o período certo para plantar, as condições do tempo, isso é Geografia.
III – Uma outra grande parte de alunos da EJA são trabalhadores que saem às ruas todos os dias, acordam cedo, tomam ônibus, pagam supermercados, sobrevivem no mundo real. As pessoas vivem espacialidades e temporalidades o tempo todo.