Em razão de seu caráter público e de sua finalidade, os
atos normativos e os expedientes oficiais requerem o uso
do padrão culto do idioma, que acata os preceitos da gramática formal e emprega um léxico compartilhado pelo
conjunto dos usuários da língua. O uso do padrão culto
é, portanto, imprescindível na redação oficial por estar
acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas,
regionais; dos modismos vocabulares e das particularidades linguísticas.
(Manual de Redação da Presidência da República. Adaptado)
O princípio exposto está corretamente exemplificado em: