O número de crianças por grupo e a razão adulto/criança,
tema polêmico entre educadores, encontra, no Referencial
Curricular Nacional para a Educação Infantil, volume 1, uma
reflexão sobre o número de crianças por grupo e a proporção de adultos por criança.
Segundo o documento,
A a partir do momento que as crianças deixam as fraldas até os 3 anos, pode-se organizar grupos de 16 a
18 crianças por adulto.
B do primeiro ao segundo ano de vida, aproximadamente, aconselha-se não mais do que 10 crianças
para cada adulto, ainda com ajuda em determinados
momentos.
C quando as crianças adquirem maior autonomia em
relação aos cuidados e interagem de forma mais
independente com seus pares, entre 3 e 5 anos, é
possível pensar em grupos maiores, mas que não
ultrapassem 30 crianças por professor.
D até os 12 meses, é aconselhável não ter mais de
6 crianças por adulto, sendo necessária uma ajuda
nos momentos de maior demanda, como, por exemplo, em situações de alimentação.
E após a retirada das fraldas, as crianças devem ser
agrupadas em turmas heterogêneas, isto é, em turma
com até 16 crianças de 3, 4 e 5 anos de idade por
professor.