“No atual contexto [...], autores libertários têm sido
(re)descobertos; não mais (ou não necessariamente)
“museologicamente”, como “achados arqueológicos”
destinados a alguma exposição em algum cantinho do
“museu do pensamento crítico”, mas sim como “armas”,
cuja letalidade, mesmo no caso de autores do século XIX e
início do século XX como Reclus e Kropotkin, ainda não se
perdeu por completo.”
(SOUZA, Marcelo Lopes de. Uma Geografia marginal e sua atualidade: A
linhagem libertária. Primeiro Colóquio Território Autônomo, 2010.)
A respeito dos pensadores Reclus e Kropotkin, pode-se
afirmar corretamente que, ao longo da história da Ciência
Geográfica: