A autora Myrian Baptista (2015) o percebe como
um processo técnico-político, pois o seu
funcionamento requer a interligação entre a
esfera lógico-racional e a esfera política. De
acordo com Baptista (2015) o planejamento deve
ser visto como instrumento de trabalho para o
Serviço Social como um meio de articulação
teórica e técnico-operativa. É, sobretudo, um
instrumento racionalmente escolhido para
promover uma mudança intencional em alguma
direção. O momento em que, após a tomada de
um conjunto de decisões, definidas em face de
uma realidade determinada, inicia-se o trabalho
de sistematização das atividades e dos
procedimentos necessários para o alcance dos
resultados previstos é denominado pela autora
como: