“[...] Jovens negras(os), jovens periféricas(os), construindo e ocupando bibliotecas comunitárias nas bordas do
país, passaram a contribuir ativamente para que os livros continuassem vivos e revelando autoras(es)
colocadas(os) à margem. Contrariando as perspectivas mais pessimistas sobre o fim dos livros físicos e da espécie
de “jovens leitores” com a imaginária presença maciça dos celulares em suas mãos, vemos o crescimento dos
saraus e dos slams, das editoras independentes e das livrarias de rua. Qual seria o segredo? [...]”
MAYER, Bel Santos. “Unindo o discurso à prática: não basta ser antirracista. É preciso ler o que as autoras e autores
negros escrevem.” In: Na Ponta do Lápis, Ano XVIII, n. 39, Novembro 2022, p. 37.
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