Em um município caracterizado por elevada incidência
de situações de risco envolvendo crianças e adolescentes,
a administração local avalia a possibilidade de criar
diversos serviços voltados à proteção integral. Contudo,
emergem discussões acerca de estratégias que valorizem
a preservação dos laços afetivos em ambiente familiar,
considerando as diretrizes de brevidade e excepcionalidade
presentes no ordenamento jurídico que ampara a
assistência social. Qual configuração de acolhida se
aproxima desses preceitos legais?