As teorias curriculares versam sobre a função e as perspectivas do currículo no contexto educacional. Elas dividem-se em
tradicionais, críticas e pós-críticas. Maria do Socorro é pedagoga em uma escola que fica na região de Vitória. Para preparar a
discussão sobre práticas curriculares que fará com os professores, ela analisou planejamentos de aula elaborados na escola e
percebeu certa diversidade nas teorias curriculares que informam a prática dos professores:
1. No planejamento do professor de História, havia uma forte preocupação com a compreensão de que os interesses das
classes dominantes influenciam os acontecimentos históricos.
2. A professora de Língua Portuguesa do EFI procurava ampliar o repertório literário dos estudantes, incluindo livros de
literatura afrodescendente e de literatura indígena no canto da leitura.
3. A professora de Matemática focava em listas de exercícios e no trabalho com todos os conteúdos consolidados da área,
atenta à cobertura curricular e à garantia de que todos os estudantes tivessem acesso aos conteúdos consagrados da
Matemática.
A pedagoga concluiu que os professores, ao proporem suas atividades, estavam embasados (em 1, 2 e 3), respectivamente,
pelas seguintes teorias curriculares: