Paciente assintomática realizou exame de ultrassom da tireoide “de rotina”, a pedido da ginecologista. Após receber resultado alterado, passou a notar incômodo no pescoço. Nega tabagismo, etilismo ou medicações de uso contínuo. Sem antecedentes familiares de câncer de tireoide. No exame físico, não apresentou alterações de pele ou abaulamentos visíveis na região cervical, nem linfonodos cervicais palpáveis. A tireoide apresentava tamanho e consistência normais, sem nódulos palpáveis. O ultrassom revelou presença de nódulo maior no terço superior do lobo esquerdo da tireoide, predominantemente sólido e classificado como TIRADS-4. A paciente foi avaliada com suspeita de nódulos tireoidianos e, devido ao risco identificado pelos achados ultrassonográficos, foi orientada sobre a necessidade de punção do nódulo tireoidiano e encaminhada para a endocrinologista. De acordo com o caso acima, no percurso da paciente, do exame inicial sem indicação clara até o encaminhamento para punção e a possibilidade de cirurgia, marque a opção que apresenta conceitos importantes observados. 4