Segundo Chaves e Gehlen (2019), a noção do público
como afeto a todos se perdeu nesse contexto neoliberal,
cindido por uma exacerbação do individualismo. Os sentidos do público vão se configurando em acepções que
contrariam:
I- O público como antônimo do que é comum a todos e,
assim, se aproxima do coletivo, como algo compartilhado, oposto ao privado, ao que é coletivo e conforma
uma das dicotomias mais fracas, com capacidade de organizar o pensamento social e político moderno;
II- A forma fundamental da construção e existência do
público associado à concepção e conquista dos direitos
sociais;
III- Crença e culto religioso da maioria da população;
IV- A maneira de como o Estado aplica as políticas públicas;
V- A norma social vigente;
VI- Participação da vida política para os menores de dezoito anos;
VII- Os direitos humanos fundamentais.
Dos itens acima: