Segundo Rasera e Japur (2007), com relação à redescrição
teórica do grupo terapêutico que recebeu, conceitualmente,
contribuição do construcionismo social, é correto afirmar
que:
A o grupo, como um objeto da realidade existente da mesma
maneira em inúmeros lugares e tempos históricos, com um
conjunto de características essenciais, permanentes,
previsíveis é uma preocupação do construcionismo social.
B o fazer do terapeuta tem como foco as condições conversacionais,
as formas como se desenvolvem os processos
intuitivos que permitem às pessoas estarem de determinadas
formas se relacionando entre si.
C o grupo terapêutico não se institui na relação entre as
pessoas como um discurso, uma construção linguística,
não servindo como forma de descrever a relação entre
essas pessoas.
D o grupo adota metáforas individualizantes, no qual não é
visto como um fenômeno unitário e totalizante.
E o grupo, inserido nas práticas cotidianas das pessoas,
ganha diferentes sentidos conforme o contexto, ou seja,
as pessoas, a situação, o local e momento histórico específico
.