Paciente: Mulher de 35 anos, tabagista há 20
anos, com história de sibilância e dispneia aos
esforços desde a infância. Relata tosse crônica
matinal e piora dos sintomas durante a noite e
em ambientes com poeira.
Exame físico: sibilância expiratória difusa.
Espirometria: VEF1/CVF = 60%, VEF1 pré-broncodilatador = 70% do previsto.
Qual o diagnóstico mais provável?