Em relação ao financiamento do SUS, a Lei nº 141/2012, introduziu aspectos inovadores para o financiamento do sistema, de
forma a alcançar maior eficácia social das políticas de saúde, ao definir
A a limitação da expansão dos gastos públicos (despesas primárias) por 20 anos, baseados no valor das despesas de 2017,
corrigidas pela variação do IPCA/IBGE.
B o montante que a União deve aplicar em Ações e Serviços Públicos de Saúde, anualmente, sendo o valor apurado do ano
anterior, corrigido pela variação do PIB nominal.
C um aumento das emendas parlamentares para um teto de 1,2% da Receita Corrente Líquida, sendo que 0,6%, no mínimo,
seriam para despesas com ações e serviços públicos de saúde.
D a base de cálculo do montante aplicado no ano anterior corrigido pela variação nominal do PIB para Receita Corrente
Líquida (RCL), inclusive sendo executada de forma escalonada em cinco anos, isto é, 13,2% dessa RCL até alcançar 15%
da mesma, no quinto exercício financeiro, respectivamente.
E as despesas que devem ser consideradas como Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) e as despesas que não
devem ser enquadradas nesse âmbito.