No entendimento de Oliveira (2002), as concepções
existentes sobre educação infantil têm pesos políticos
próprios, visto que os familiares, os educadores, os responsáveis pelas políticas públicas e outros adultos alimentam expectativas diversas acerca das habilidades
específicas de cada criança. A ideia de que há prioridade
de guarda para as crianças de famílias de baixa renda e
de educação para as de classe média estabelece uma
oposição enganosa, qual seja, a de que