Para Marchesi e Gil (2004), é a mais conhecida e difícil de
ser substituída, embora seja um termo excludente, por
não deixar nuances. Fala-se em fracasso escolar de uma
maneira global, como se o aluno fracassasse em sua
totalidade, ou seja, como se não progredisse em nada
durante os anos escolares, no que tange aos seus
conhecimentos ou seu desenvolvimento pessoal e social.
A afirmação se refere: