Para Marcelo Lopes de Souza (2002, p.75), o planejamento e a gestão urbanos têm como objetivo essencial o desenvolvimento urbano que, por sua vez, define-se por outros dois objetivos derivados, o aumento da justiça social e a melhoria da qualidade de vida.
Considerando essa afirmativa, é correto afirmar que:
A
As experiências práticas cotidianas e os saberes locais devem se articular com as teorias dos especialistas e técnicos de planejamento a fim de orientar intervenções urbanísticas universais que sejam benéficas a toda a população.
B
A autonomia é o parâmetro essencial do desenvolvimento urbano ao qual são subordinadas, a partir do ponto de vista operacional, a justiça social e a qualidade de vida.
C
Toda forma de desenvolvimento implica mudança, assim, mesmo que esse desenvolvimento traga efeitos colaterais negativos, permanece sendo uma manifestação legítima de ser chamada como tal.
D
As adaptações singularizantes dos parâmetros urbanísticos, válidas para a avaliação de uma situação ou para o desenho de uma intervenção concreta, devem ser especificadas por um analista, pesquisador ou planejador profissional para serem executadas em nível institucional.
E
A ciência econômica e os avanços técnicos e tecnológicos devem ser vistos como fins em si mesmos no processo de desenvolvimento urbano, pois, em última instância, são a justiça social e a qualidade de vida que se ocupam dos meios a serviço de objetivos mais elevados de desenvolvimento.