De acordo com Fleuri (2009), a inclusão de pessoas com
diferentes possibilidades e limites nos processos educativos exige, além do atendimento às necessidades individuais, práticas e contextos que promovam a manifestação polifônica e reconhecimento polissêmico, crítico e
criativo entre todos. Nesses contextos, o educador precisa favorecer que os sujeitos “se reconheçam e se auto-
-organizem em relação de reciprocidade entre si e com
o próprio ambiente sociocultural”, assumindo a tarefa de
prever e preparar recursos capazes de