Esse pensador rompeu com a pedagogia da falta de
diálogo, da repetição, procurando elaborar, na práxis da sala
de aula, atividades das quais os alunos participassem em
grupos, expressassem-se livremente, tomassem decisões,
discutissem suas ideias, com voz ativa por meio de diálogos
e, principalmente, participassem de sua aprendizagem como
construtores do conhecimento. Denominou estas atividades
de técnicas, não de um método de trabalho que mudariam
radicalmente sua prática como professor, e a do aluno, como
aprendiz. Podem ser nomeadas algumas delas: aula-passeio,
impressão gráfica na escola, texto livre. jornal escolar,
correspondência interescolar, entre outras. Segundo ele, a
diferença é que as técnicas não seriam constantes, não
estariam acabadas, nem seguiriam um rito, seriam
instrumentos para facilitar o trabalho pedagógico. Esse(a)
pensador(a) da Educação foi: