N, hacker mundialmente conhecido por sua atuação na
Deep Web e na Dark Web e por cometer, sem deixar vestígios,
crimes virtuais e atentar contra a cibersegurança de diversos
órgãos públicos em todo o mundo, acessou um programa
computacional de determinado ente federativo brasileiro que tem
por objeto o estudo jurimétrico de infrações e acidentes trânsito e
obteve os dados de inúmeros condutores. De posse desses dados,
acessou os softwares dos veículos identificados em tal programa
como detentores de tecnologia de condução semiautônoma e os
fraudou, com o intuito de gerar acidentes de trânsito. N também
instalou, no programa computacional, uma ferramenta de
inteligência artificial que se vale de algoritmos para
automaticamente gerar uma série de notificações de infração de
trânsito a inúmeros condutores.