A harmonização orofacial foi a última especialidade
odontológica reconhecida pelo Conselho Federal de
Odontologia (CFO) e tem ganhado visibilidade tanto positiva
quanto negativa perante à sociedade em geral. Positivamente,
foi possível demonstrar que o dentista possui, de um modo
geral, capacidade técnica para realizar bons trabalhos
estéticos na face. Entretanto, a exposição negativa se dá
diante de acidentes ou complicações decorrentes destes
procedimentos (infecção, necrose,..), especialmente quando o
dentista executa atos cirúrgicos que não estariam amparados
pelas resoluções do CFO ou na lei 5081/66. Sobre o exercício
da harmonização orofacial em odontologia, analise as
afirmativas a seguir.
I. Quando um dentista aplica toxina botulínica A nos masseteres
de um paciente com diagnóstico de bruxismo, este ato está
amparado pelo art. 7º, inciso I da lei 5081/66.
II. A execução de alectomia pelo dentista está em consonância
com o art. 6º, inciso I da lei 5081/66.
III. Um cirurgião-dentista especialista em harmonização orofacial,
pode executar o procedimento de ritidoplastia, pois está em
consonância com o art. 6º, inciso I da lei 5081/66.
IV. Caso um paciente alegue que tenha ficado com sequela
estética decorrente de blefaroplastia executada por dentista,
no âmbito cível, a perícia nesta situação pode ser realizada
também por um dentista, estando em consonância com o art.
6º, inciso IV da Lei 5081/66.
É correto o que se afirma: