Os bantos, depois de um primeiro período de autonomia religiosa, que se conhece através de documentos históricos, assistiram
à transformação de seus cultos. Por um lado, esses deram lugar à macumba; por outro, amoldaram-se às regras dos candomblés
nagôs, não se distinguindo deles senão por uma maior tolerância. Os cultos bantos em gradativo declínio acolheram os espíritos
dos índios, o que iria levar ao surgimento de um “candomblé de caboclos”, e adotaram cantos em língua portuguesa, ao passo
que os candomblés nagôs só usam cantos em língua africana.
(KAVINAJÉ, 2009.)
As práticas culturais dos povos africanos eram diferenciadas nos diversos pontos do continente africano. Especificamente no
que tange ao aspecto religioso: