Para o historiador Marcos Napolitano, as fontes
audiovisuais e musicais ganharam espaço
importante na pesquisa histórica, exigindo, cada vez
mais, dos historiadores que adotem cuidados
metodológicos na articulação entre crítica externa e
crítica interna, análise e síntese. Para o autor, “o uso
de fontes audiovisuais e musicais pelo historiador
pode ir além da "ilustração" do contexto ou do
"complemento soft" de outras fontes mais
"objetivas" (escritas ou iconográficas), revelando-se
uma possibilidade a mais de trabalho
historiográfico” (NAPOLITANO, 2005, p. 238).
Ao abordar alguns dos problemas teóricos derivados
da relação entre o cinema e a história, o autor
apresenta algumas das principais perspectivas que a
nova historiografia tem atribuído ao cinema como
fonte primária para investigação historiográfica.
Entre as perspectivas abaixo, escolha a que
representa, adequadamente, essa nova perspectiva
de tratamento dos registros fílmicos.