“A cultura – feita em série, industrialmente, para o grande
número – passa a ser vista não como instrumento de livre
expressão [...], mas como produto trocável por dinheiro e que
deve ser consumido como se consome qualquer outra coisa. E
produto feito de acordo com as normas gerais em vigor: produto
padronizado, como uma espécie de kit para montar, um tipo de
pré-confecção feito para atender necessidades e gostos médios
de um público que não tem tempo de questionar o que
consome”.
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense,
2001.
No excerto, a crítica à indústria cultural implica, para a dinâmica
do indivíduo em sociedade, a ocorrência de: