No começo do século XX, pode-se verificar a utilização de conhecimentos científicos na melhoria do ensino e na medida dos
resultados de aprendizagem dos alunos. Neste contexto, a supervisão se propõe a transmitir, explicar, mostrar, impor, julgar e
recompensar. A partir de 1925, percebe-se uma influência maior das ciências comportamentais na supervisão. Além disso, observa-se uma grande tendência de introduzir princípios democráticos nas organizações educacionais, aplicando-os ao papel de
supervisor como líder democrático. Já em 1930, a supervisão assume um caráter de liderança, de esforço cooperativo para alcance
dos objetivos, com a valorização dos processos de grupo na tomada de decisões. No Brasil, a supervisão surgiu pela primeira vez
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