Uma paciente de 69 anos de idade compareceu ao
consultório odontológico com queixa de que seus dentes
estavam muito estragados. A condição de saúde geral
atestada pela paciente era de normalidade. Ao exame clínico,
observou-se presença dos dentes 33, 32, 31, 41, 42, 43, 44 e
45, que se apresentavam com facetas de desgaste nas
superfícies incisais e oclusais, com manchas brancas,
presença de cálculo supra e subgengival nas faces linguais e
sangramento à sondagem (profundidade de sondagem de
4 mm nas interproximais dos dentes 31, 32, 41 e 42). O dente
33 apresentava lesão de cárie extensa por distal, envolvendo
a face vestibular. O dente 44 apresentava fratura coronária
em ângulo descendente para a distal, cuja borda estava
recoberta por gengiva inflamada, com exposição da guta
percha ao meio bucal, além de presença de fístula vestibular.