Disfagia é a interrupção ou prejuízo de
qualquer estágio do processo da
deglutição. Dois itens vitais podem ser
prejudicados: a nutrição e a respiração. O
paciente deve ser questionado sobre
dificuldades na mastigação, deglutição e
manuseio da saliva. Neste último caso, a
aspiração para a via aérea poderia levar a
um comprometimento pulmonar, daí a
importância de se questionar sobre a
presença de secreções pulmonares,
processos pneumônicos de repetição.
(Dra. Ana Lúcia Langer. Médica Pediatra. Serviço de Pronto atendimento) –
(https://www.profala.com/artdisfagia1.htm) (...)
Nos casos graves de disfagia, com
alterações da musculatura da face, a boca
torna-se seca durante a noite, pois
permanece aberta por este período ou pela
medicação em uso. Pode-se borrifá-la ou
lavá-la com água morna ou usar “swabs”
umedecidos.
(MAGNONI, Daniel & CUKIER, Celso. Nutrição Clínica. 2º Ed. ROCA. S. Paulo. p. 456.) – (Adaptado)
Sobre “Dietas para disfagia”, analise as
informações com o código V(Verdadeiro) ou
F(Falso). Após análise, marque a alternativa
com a série correta.
I – A dieta para disfagia consiste em fornecer
alimentos que possam ser mastigados e
deglutidos com pouco ou nenhum esforço.
II – Geralmente, a dieta para disfagia é
normoglicídica, normoprotéica, normolipídica,
tem consistência abrandada pela cocção e
processos mecânicos com alimentos moídos,
liquidificados, em forma de purê.
III – Nas dietas para disfagia não são
permitidas texturas grossas e ásperas, frutas e
hortaliças cruas, frutas oleaginosas, entre
outras.
IV – Geralmente, as refeições todas são à base
de quiabo, pela facilidade de deglutição.