A opção de Maria Quitéria de Jesus pela causa da independência é exemplar. Não sabia ler ou escrever, mas
ouviu histórias na pequena propriedade de seu pai no
interior da Bahia, sobre a opressão de Portugal, fazendo
seu coração “arder de amor à Pátria”. Fugiu para a casa
da irmã casada, que a ajudou a vestir-se de homem para
assim poder entrar para o exército patriótico. Participou
de algumas batalhas, distinguiu-se em ação e finalmente
foi recebida pelo imperador, em agosto de 1823, que a
condecorou com a ordem do Cruzeiro e a promoveu a
alferes.
(Maria Lígia Coelho Prado,
América Latina no século XIX - Tramas, telas e textos.
São Paulo, 2014)
A biografia de Maria Quitéria de Jesus revela a