No ensino de artes, é cada vez mais necessário
enfrentar os desafios impostos por uma tradição
eurocêntrica que historicamente invisibilizou as
expressões artísticas de povos indígenas, africanos e de
outras culturas não hegemônicas. Diante disso, diversas
propostas têm buscado valorizar outras epistemologias,
linguagens visuais e formas de criação estética que
rompem com o cânone tradicional e reconhecem os
saberes plurais como legítimos na escola. Essa
abordagem crítica, voltada à valorização da diversidade
e à desconstrução de hierarquias culturais, está mais
diretamente associada à: