A lua olhando esse amor na brecha do telhado. É rodeado do peru peruando a perua. É canarim, é galeguim, é cantando o canário. Zé do Rosário bolerando com Dona Isabel, Dona Isabel embolerando com Zé do Rosário, Imaginário de paixão voraz e proibida, Escapulida, proibida pro imaginário.
Quer ver cenário? É o vermelho da aurodidade. É a claridade amarelada do amanhecer. É ver correr um aguaceiro pelo rio abaixo. É ver um cacho de banana amadurecer. Anoitecer vendo o gelo do branco da lua A pele nua com a lua a resplandecer. É ver nascer um desejo com a invernia. É a harmonia que o inverno faz nascer.
(Bolero de Isabel – Jessier Quirino).
Disponível em: > http://letras.mus.br/jessier-quirino/826919/<. Data da consulta: 08/09/2014.
Acerca do 5º verso “A LUA OLHANDO ESSE AMOR NA BRECHADO TELHADO" pode-se afirmar que