As teorias pós-críticas consideravam que o currículo tradicional atuava como o legitimador dos modus
operandi dos preconceitos que se estabelecem pela sociedade. Assim, a sua função era a de se adaptar ao
contexto específico dos estudantes para que o aluno compreendesse nos costumes e práticas do outro uma
relação de diversidade e respeito. Além do currículo, passou-se a considerar a ideia de que não existe um
conhecimento único e verdadeiro, sendo essa uma questão de perspectiva histórica, ou seja, que se
transforma nos diferentes tempos e lugares (SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma
introdução às teorias do currículo. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.) Trata-se da teoria