A década de 1960 será marcada pelas últimas experiências
de renovação pedagógica, sob a égide da concepção humanista moderna, expressas nos ginásios vocacionais e em
escolas experimentais. Em termos alternativos surge,
nessa década, a concepção pedagógica:
A Liberal , formulada por Anízio Teixeira, que sustenta a ideia
de que a escola tem por função preparar os indivíduos para
o desempenho de papéis sociais, de acordo com aptidões
individuais.
B Histórico-crítica, formulada por Saviani, que entende a
educação como mediação no seio da prática social global.
A prática social se põe, portanto, como o ponto de
partida e o ponto de chegada da prática educativa.
C Comportamentalista ou behaviorista , formulada por
Skinner, que entende o conhecimento como externo ao
indivíduo e deve ser por ele descoberto como resultado
direto de sua experiência.
D Libertadora, formulada por Paulo Freire, que suscita um
método pedagógico que tem como ponto de partida a
vivência da situação popular, de modo a identificar seus
principais problemas e operar a escolha dos “temas geradores”, cuja problematização levaria à conscientização que,
por sua vez, redundaria na ação social e política.