Dionísio, a encarnação da embriaguez e do arrebatamento, é o espírito selvagem do contraste, a contradição extática da bem-
-aventurança e do horror. Ele é a fonte da sensualidade e da crueldade, da vida procriadora e da destruição letal.
(BERTHOLD, 2011, p. 104.)
Essa dupla natureza do deus encontrou expressão fundamental em: