"Quando se toma consciência de algo, quando se
entende uma questão em profundidade, em sua
essência, destacando-se o que é relevante dentre o que
pode ser visto e sentido, então se está avaliando este
algo. Este algo, agora, faz parte de quem avalia. Não há
como ficar de fora, passa a ser uma esperança vivida:
um inédito-viável" (HOFFMANN, 2001, p. 55). Nessa
perspectiva é correto afirmar que: